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O que mudou em inteligência artificial, contado com fonte: letramento, regulação, modelos abertos e pesquisa. Cada matéria aponta para onde a informação pode ser conferida.

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26 out 2026
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Lendo agoraLivro da Microsoft mostra que o letramento em IA depende de camadas anteriores

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Letramento em IA

Sem regra da instituição, professores decidem sozinhos o lugar da IA em sala

No College of DuPage, nos Estados Unidos, não há norma geral para IA nas aulas. Cada professor define se e como os alunos podem usar as ferramentas.

Lendo
Letramento em IA

Livro da Microsoft mostra que o letramento em IA depende de camadas anteriores

A coletânea Learning Curves reúne pesquisas sobre IA na escola e no trabalho. Num dos capítulos, a maior barreira para usar assistentes de escrita foi a digitação dos alunos.

Código e modelos abertos

Modelo aberto de reconhecimento de fala cabe em 156 MB e supera o Whisper large-v3

A Fermion AI abriu o Phonon-2.5, que transcreve 25 línguas com mais precisão que o Whisper large-v3 sendo cerca de 20 vezes menor.

Código e modelos abertos

Três modelos abertos para rodar em casa em quatro dias, com três ideias diferentes de memória

Nanbeige4.3-33B, Recursive Flint e Nemotron 3.5 Bolt chegaram entre 21 e 24 de outubro. Cada um resolve de outro jeito o problema de caber na máquina.

Letramento em IA

Semana da UNESCO sobre alfabetização midiática começa com foco em responsabilidade compartilhada

De 24 a 31 de outubro, a Semana Global de Alfabetização Midiática e Informacional reúne eventos regionais. Crianças aprendem a verificar imagens geradas por IA.

Código e modelos abertos

Kimi K3.1 Pro estreia como o modelo aberto mais bem avaliado, mas os pesos só vêm em novembro

A Moonshot AI lançou um modelo de 2,8 trilhões de parâmetros que entrou em 4º lugar num índice de inteligência. A publicação dos pesos está prometida até 4 de novembro.

Código e modelos abertos

MiniMax publica os pesos do M3.1 Flash, e a avaliação mostra quanto ele erra com confiança

O modelo de 428 bilhões de parâmetros saiu por API em 19 de outubro e teve os pesos publicados no dia 23. Quase todos os seus erros num teste vieram com resposta segura.

Letramento em IA

Bibliotecas públicas americanas vão oferecer formação gratuita em IA a funcionários e leitores

Microsoft e Public Library Association lançaram programa que ensina como a IA funciona, como checar o que ela afirma e quando vale a pena usá-la.

Letramento em IA1 min de leitura

Livro da Microsoft mostra que o letramento em IA depende de camadas anteriores

A coletânea Learning Curves reúne pesquisas sobre IA na escola e no trabalho. Num dos capítulos, a maior barreira para usar assistentes de escrita foi a digitação dos alunos.

O Microsoft AI Economy Institute lançou em 26 de outubro a coletânea Learning Curves: Rethinking Education from Classrooms to Careers in an AI-Driven World, com ensaios da segunda turma de pesquisadores seniores do instituto. A edição é de Juan M. Lavista Ferres, cientista-chefe de dados da Microsoft, e de Frank Nagle, e o livro sai pela Wiley.

Os textos cobrem do ensino básico à passagem da faculdade para o primeiro emprego. Joseph Orero, da Strathmore University, no Quênia, sustenta que os professores não resistem à IA: o que falta é formação adequada. A pesquisa dele trata de aprendizagem com jogos em línguas africanas apoiadas por IA.

Um capítulo sobre ensino em árabe traz o achado mais concreto da coletânea. Quando os professores levaram assistentes de escrita para a sala, a principal barreira foi o letramento digital dos alunos, sobretudo a capacidade de digitar. Outro capítulo, de Laura Nuriski, do Centre for European Policy Studies, lembra que dar acesso à ferramenta não garante integração: contam também a infraestrutura de dados, o preparo da organização e uma abordagem centrada nas pessoas.

A apresentação do livro cita dois números de contexto: a adoção de IA passa de 70% nos Emirados Árabes Unidos e fica num dígito em boa parte da África subsaariana, e mais da metade dos adolescentes americanos já usa chatbots para tarefas escolares. A conclusão comum dos autores é que não existe um modelo único de competência em IA e que a formação precisa se ajustar ao contexto de cada lugar.