Ideia 1: precisão guiada pela métrica local
Quando a distribuição se concentra em poucos tokens, essa métrica tem posto baixo. As linhas do unembedding só precisariam de precisão cheia em poucas direções.
Ideia 2: logits incrementais
A identidade é exata. Só economiza se o incremento for de posto baixo numa base com pré-calculado.
Teto
Lei de Amdahl: a cabeça pesa cerca de 25% do custo por token no Llama-3.2-1B em BF16 e cerca de 10% ou menos acima de 8B. Trabalho só na cabeça rende cerca de 1,1 vez em modelos grandes.
Teste e regra de parada
Próximo teste. Em traços reais de decodificação de um modelo pequeno, medir o posto efetivo dos incrementos de estado e da métrica local do softmax.
Parar se. 90% da energia exigir mais de d/5 direções na maioria dos passos.
Discussão
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